amendoado
de humor, colmédia, e ruptura de dna através de um soco.
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
give me faith
fé- palavra que muito(pouco) me acompanhou, mas que desde sempre, vem sido retomada, quando no meio de qualquer parada, em que caustifico o instante, me retoma, de novo, de novo, e de novo, como se fosse uma fagulha, uma pequena fagulha de luz, que talvez só eu me encontre víceral, (des)acredito muito, na fé á qual me insistem, deveras, então, por apurar a bagunça, que venho causando em mim, e em meus personagens, que vivem um pouco do que pode ser, essência. Sendo pouco, oco, opaco, sem vida, e distintamente tingido em cor, o corpo em luz, nesses drinks operários, evoluindo essas masturbações mentais, e não-rendimento de um produto solidamente sentido, modificado, e estruturado em mim. O SECULO XXI, em mim, acaba de terminar.
domingo, 29 de novembro de 2009
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BARGANHA ------------------ondetivermaiscoraçãoeusigo-----------------------------
(...)"Eu quero chafurdar na dor desse ferro enfiado fundo na minha garganta seca que só umedece com vodca, me passa o cigarro, não, não estou desesperada, não mais do que sempre estive, nothing special, baby, não estou louca nem bêbada, estou é lúcida pra caralho e sei claramente que não tenho nenhuma saída, ah não se preocupe, meu bem, depois que você sair tomo banho frio, leite quente com mel de eucalipto, ginseng e lexotan, depois deito, depois durmo, depois acordo e passo uma semana a banchá e arroz integral, absolutamente santa, absolutamente pura, absolutamente limpa, depois tomo outro porre, cheiro cinco gramas, bato o carro numa esquina e ligo para o CVV às quatro da madrugada e alugo a cabeça dum pana qualquer choramingando coisas do tipo preciso-tanto-de-uma-razão-para-viver-e-sei-que-essa-razão só-está-dentro-de-mim-bababá-bababá e me lamurio até o sol pintar atrás daqueles edifícios sinistros, mas não se preocupe, não vou tomar nenhuma medida drástica, a não ser continuar, tem coisa mais autodestrutiva do que insistir sem fé nenhuma?” (...) (caio fernando abreu)
... E ainda assim eu tinha consciência de que o que eu via não era tão simples e nem bonito como aparentava ser. Havia um preço a ser pago por aquilo tudo, uma falsidade generalizada na qual facilmente se poderia acreditar e que poderia ser o primeiro passo para um beco sem saída.(...) (Charles Bukowski)
Escrevo. E pronto. Escrevo Porque preciso, Preciso Porque Estou Tonto. Ninguém tem nada com isso. Escrevo porque hoje amanhace, e as estrelas la no céu, lembram letras no papel. Quando o poema me anoitece, a aranha tece teias. O peixe beija o mar e morde o que vê. Eu escrevo apenas, TEM QUE TER PORQUÊ? (Paulo Leminski)
... E ainda assim eu tinha consciência de que o que eu via não era tão simples e nem bonito como aparentava ser. Havia um preço a ser pago por aquilo tudo, uma falsidade generalizada na qual facilmente se poderia acreditar e que poderia ser o primeiro passo para um beco sem saída.(...) (Charles Bukowski)
Escrevo. E pronto. Escrevo Porque preciso, Preciso Porque Estou Tonto. Ninguém tem nada com isso. Escrevo porque hoje amanhace, e as estrelas la no céu, lembram letras no papel. Quando o poema me anoitece, a aranha tece teias. O peixe beija o mar e morde o que vê. Eu escrevo apenas, TEM QUE TER PORQUÊ? (Paulo Leminski)
