quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

O filho de dois buchos.

Por Raphael Von sohsten & Sabrina menedotti

É que a falta nos faz perseguir,seguir,ou não. Nós sabe que o sobrecarrega não carrega. A falta carrega a memória da testa, encima de um chifre de rinoceronte, o que nos move essa cara animal, que queima como um cigarro na cara, deixa quente, sobrecarrega a ordem, e nos dá o caos.Sem ele, o que fica desconstrói a ilusão de poder algo infrutífero, impossível só pra você. Acontece que o desespero é a sobrecarga da ilusão, ela potencializa as forças centrais do sentir, nos joga numa espécie de maratona, travada, na luta, de encontrar em si, a filosofia da vida, essa mesma que nos mancha na vontade da crueza de possuir a si, esse mesmo si que nos falta... Se faz, num outro espaço, esse que não se fala qual é, na verdade que não se sabe qual é, seu nome, endereço ou força. duvido da ilusão, quando o que me choca na verdade é a realidade, nua-crua-confusa, aquela mesma realidade que rala o momento em que se sente, nada, nada pode curar essa ilusão, porque ela move, e tu... "não te movendo de ti" esquece que viveu, vive-fere-amém, sente esse gosto de saliva seca do desejo que te lambe a cara num fim de tarde, tenta, vai no try. Sim, nós sabemos que movemos, sabemos que Ela está muito mais, ela sabe,repetimos o saber. O passo, o caminho é esse, o passo quebrado, fundo, que contorce a virilha e senti prazer.O toque da ilusão, vem do sentir.Só não é fim porque não se faz.

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